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terça-feira, 16 de junho de 2009

O mundo na visão dos norte-americanos

É só clicar que na figura que ela se torna legível!






Quase lá

Já passam das nove horas da manhã e, sem querer bancar o Jack Bauer, tenho exatas vinte e quatro horas para colocar no eixo alguns pontos importantes da minha vida para enfim deixar os vinte e quatro anos com a certeza de missão cumprida.

O tempo passa cada vez mais rápido. As obrigações se tornam mais urgentes, as cobranças mais emergenciais e não adianta apenas empurrar com a barriga confiando que o amanhã será melhor. Os cabelos brancos começam a não ser novidade, embora eu ainda consiga retirá-los um a um com a pinça; as rugas começam a desenhar um fino e quase imperceptível traçado no meu rosto, mas eu me conheço muito bem e sei exatamente onde daqui a poucos anos elas tomarão suas formas; o que antes bastava para me sustentar e levar uma vida numa boa, hoje é um trocado que não satisfaz os meros e caprichosos necejos de um consumista qualquer.

Resumo da ópera: envelheço, a contragosto. E sempre com a sensação que os dias duram menos, que os meses passam rápidos e a galope, que o ano é um tempo curto demais para essa balela de planejamento a longo prazo. O dia é hoje, amanhã será hoje, depois de amanhã também.

Cada dia mais coisas para aprender, mais pessoas para conhecer, mais lugares para ir, mais histórias para contar, mais sentimento para demonstrar, mais trabalhos a desenvolver, mais nomes para lembrar, mais satisfação para dar ... Mais, mais, mais... mais dias, meses, anos. O tempo não pára e não há administração ou agenda que dê conta disso. 24 horas de 24 anos, o tempo não é nada. Essa história de vinte e poucos anos, a partir de amanhã, é coisa do passado.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Profissão Repórter

Eu sei que muita gente já elogiou, que o programa não é nenhuma novidade e desde a temporada passada quando estreou é sucesso de crítica, mas como isso aqui é um blog e eu posto o que bem entendo, lá vai: Profissão Repórter é de longe o melhor programa da televisão brasileira.

Aí vocês podem pensar que falo isso porque tenho uma formação jornalística estampada no meu currículo, como se eu tivesse o maior orgulho disso. Oras, sou jornalista, mas não exerço, do que adianta? E quer saber, não me vejo com um microfone na mão passando por metade das situações que aqueles repórteres passam.

Por exemplo, ontem o programa contava com personagens isolados, abandonados nesse mundão de terra que é o Brasil. Até aí Ok, ema ema ema cada um com seus problemas. Mas não dá para ficar indiferente – ou imparcial, como eu ouvi tantas vezes durante a graduação – diante de histórias como a da menina Janiela que vive na Serra do Cafundó, sem água, luz, saneamento, bolo de aniversário e o pior, comendo feijão em TODAS as refeições, porque os R$ 95 do Bolsa família só garante o arroz por quinze dias.

Caco Barcelos permitiu-se não ser tão parcial: cantou parabéns e abraçou a menina. E só. Eu no seu lugar teria aberto a carteira, comprado um bolo, balão, boneca e tudo mais que pudesse, o que reforça a minha total incompetência jornalística: não consigo não me envolver, tenho a tal síndrome do super-herói . Se bem que com o salário de jornalista não daria para fazer muita coisa, mas com o poder da vênus platinada estampada no microfone mobilizaria meio mundo para não só denunciar, apresentar ou retratar, mas principalmente ALTERAR o rumo daquelas vidas. Vai dizer que a menininha lá não merece mais do que um prato de feijão e um abraço no dia em que completa doze anos?

Tempos de Paz


terça-feira, 9 de junho de 2009

Alguns pássaros na mão prestes a voar

O que se faz quando as idéias começam a vir sem lhe deixar ao menos tomar um pouco de fôlego? Cada hora surge uma coisa nova e eu me empolgo além do que deveria. Mas logo vem uma outra que atropela sem dó a primeira. E tão logo outra e mais outra e mais outra... C'est la vie, mas não me conformo.

Não sou um cara muito conclusivo. Isso é uma coisa que precisa ser trabalhada com urgência! Sem falar que entre o 8 e o 80, sou completamente 44, sentado exatamente em cima do muro. E daí? Tal indecisão me impede de escolher entre todas as opções que hoje tenho. Fora que acho todas fantásticas (com toda a prepotência que me é possível) e só de pensar em ter de abandonar qualquer uma delas, mesmo que por um curto espaço de tempo, me dá um aperto lá fundo no peito.

É claro que é drama! Ser ou não ser, eis a questão. E agora José? O roteiro dos PNGs, a histórinha d´Elas por ele ou o romance policial Corruptor de Mentes? Ou será que transformo o roteiro de Estela e Abigail em um romance?

domingo, 7 de junho de 2009

SIA - The Girl that you lost to Cocaine



A música não é nova. O vídeo acima, por exemplo, foi adicionado em 09 de dezembro de 2007, mas a batida ganhou as pistas mesmo no segundo semestre do ano passado com um electro-house puxado (e divertidíssimo) do Dj alemão Sander Van Doorn.



E porque estou falando disso justo agora, tantos meses depois?

Em janeiro, em uma das festas do réveillon carioca, ouvi a música e comecei ali a pensar na história do que hoje é o meu livro: A garota que eu perdi. Sim, o título da canção é o grande condutor da saga de Ana Griebler, minha protagonista. Sem Sia, provavelmente não haveria livro algum, pelo menos não da forma como ele foi construído.

Fui questionado quanto ao processo criativo que me toma nessas horas. Não é dom, mágica ou privilégio. Não acredito nessas coisas! O começo de tudo é bem simples: observação e sensibilidade, nada mais. Ontem, por exemplo, foi a comemoração do aniversário de uma grande amiga no WillWillies. E lá, meio que do nada, entre uma e outra história engraçada, comecei a pensar no que será a minha mais nova empreitada, algo que ocupe meus dias e me faça sentir um pouco de prazer. Veio com tudo e o melhor: COM MÚSICA TEMA! Quer saber do que se trata? Vai um sneak peek:

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Sim, até o tatu

No dia 20 de maio eu tinha postado um vídeo no mínimo suspeito do jogador Cristiano Ronaldo LITERALMENTE de olho na mala de algum companheiro de time ou seleção. Me perdoem a ignorância, não entendo muito de futebol, mas do resto, ah, deixa pra lá...
Pois bem, quem sou eu para julgar ele, não é mesmo? Por isso lancei a pergunta óbvia no post "Até tú tatu?". Se você não viu, vê aqui.

Agora vamos a um momento "tire você mesmo as suas conclusões" com as fotos que saíram em todos os blogs "especializados" nos últimos dias. As imagens são das férias do jogador na Sardenha.


Calma que tem mais...

Pensa que é só?

Vou repetir, pouca pinta é B-O-B-A-G-E-M!

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Eu sei que o blog está super tendecioso, mas sabe como é, né? Semana que vem, aquela confusão toda... E a maior incoerência está aí: a cidade fica toda agitada, cheia, empolgada para justamente... parar! Na micareta gay vale de tudo: desmunhecadas, gritinhos afoitos, rebolados coreografados de single ladies etc e tal. Ou seja, TODOS OS POSTS SE JUSTIFICAM.